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6 de setembro de 2017

 

Novo modelo diminui o tempo de atendimento e prioriza as emergências

 

Para melhorar e agilizar o atendimento aos pacientes o Hospital Municipal Renato Albuquerque Filho adotou um sistema de triagem de pacientes, através do Acolhimento com Classificação de Risco. O objetivo é identificar a gravidade e o tempo de espera recomendado para cada atendimento.

Após triagem baseada nos sintomas que o paciente apresentar o atendimento será realizado, não por ordem de chegada, mas de acordo com o risco ou gravidade que ele apresenta ao dar entrada no hospital.

O método é validado pelo Ministério da Saúde e segue as recomendações sobre a Política de Humanização do Sistema Único de Saúde (SUS). A classificação é feita através de cores, a intenção é organizar o fluxo de pacientes, gerando um atendimento resolutivo e humanizado.

Com a implantação do Acolhimento com Classificação de Risco, os pacientes que chegam ao PS do hospital passam pela triagem que irá classificar o paciente a partir das queixas, sinais, sintomas, sinais vitais, escala de dor entre outros.

Depois desta classificação, a pessoa irá passar pelo atendimento médico. O tempo para atendimento de cada paciente modifica de acordo com a sua classificação.

Classificação dos Atendimentos conforme as cores

Vermelho: Emergência- atendimento imediato;

Amarelo: Urgência- paciente poderá aguardar até meia hora;

Verde: Pouco Urgente- podendo aguardar até duas horas;

Azul: Não Urgente- poderá aguardar até quatro horas ou ser encaminhado à unidade básica.

Entenda a nova metodologia de atendimento

O protocolo de classificação de risco é uma ferramenta de inclusão, para organizar e garantir o atendimento de todos. Segundo o médico Diogo Bossay, que atende no hospital regional de Miranda, esse modelo de atendimento diminui o tempo de atendimento e prioriza as emergências.  “A não-distinção de riscos ou graus de sofrimento faz com que alguns casos se agravem na fila, pelo não-atendimento no tempo adequado” explicou o médico.

Nesse período em que o sistema foi adotado, apurou-se que houve uma perceptível melhora no fluxo de atendimento. Os pacientes classificados como não urgentes são encaminhados às unidades de saúde mais próximas, ou deverão aguardar por mais tempo por socorro, priorizando os casos os graves.

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